terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Tudo
Teus lábios são labirintos que me desvirtuam, e me tiram as migalhas de inocência que me restam. E teus olhos são como dois vulcões compulsivos que me afogam em certas incertezas. Tuas palavras um misto de excitação e euforia. Queria ser o melhor dos poetas para te narrar a caminhada do paraíso e colorido mundo das auroras lunares. E teu corpo indeciso e impulsivo como chamas do fogo a consumir a minha matéria fresca e sedenta. E como um espetáculo, cada movimento se encaixa em completo casamento. Cada suspiro perdido, cada mordida ávida e feroz, e a selvagem vontade de sepultar seus desejos invade meu desespero carnal. E tudo morre em seus lábios, a sepultura dos meus suspiros.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
3 comentários:
E deter-se do desejo por quê? Liberte-se deste medo, entregue-se! Os sentimentos, se comparados as palavras, não passam de estímulos... Sinta-se, sacei-se!
Que contraste o meu imperativo com o seu subjuntivo, não? "Tem horas que a gente se pergunta: Por que é que não se junta tudo numa coisa só?"
"Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser; Todo verbo é livre para ser direto ou indireto; Nenhum predicado será prejudicado; Nem tampouco a vírgula, nem a crase, nem a frase e ponto final!"
Brilha onde estiver!
Que lindo! me encantei *---*
uau :O muito lindo amor *-*
Postar um comentário