quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Flor da pele.














Na quietude da noite, fugi de mim mesmo.

O abismo de incertezas tranca-me nos castelos tortuosos

dos meus sonhos.

Minha inculta cultura de amar consumiu-me a esperança.

O que eu mais quero é viajar nos teus olhos, porque tua

Liberdade é minha prisão.

Perco-me novamente em ilusões!

Perdido estou, enclausurado na solidão obscura e fedida dos meus medos.

Sozinho, atravessando os corredores infernais dos meus piores pesadelos, você nem ao menos tentou entender que tudo que derrubava a força da minha razão era o amor esculpido como obra de arte e guardado em segurança no museu, que é meu coração.

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